Ah, mulheres.. Nascidas e criadas para quê? Para se apaixonar por um homem e com ele construir uma família. Correto?
Vivemos hoje em uma sociedade em que o padrão "dona de casa" já não é mais default para as mulheres ao chegar na fase adulta. Muitas de nós moramos sozinhas (eu ainda não), temos empregos que exigem concentração e estudo constante, dirigimos nossos carros (eu em breve, né, Papai do Céu?), temos nossas vidas de solteiras bem resolvidas (ou não).
Apesar dessa nova característica feminina que vem ganhando força com o passar do tempo, muitas mulheres ainda vivem o sonho dos anos 80 em pleno século XXI: casar e ter filhos, aos 20 e poucos anos, num relacionamento harmonioso e perfeito. Afinal, ainda há a monstruosa história de que não podemos passar dos 30 anos ainda solteira.
Claro que cada pessoa tem sua vida e a leva da forma que quiser, mas se você optou por namorar aos 15 anos e perdeu sua adolescência dos 15 aos 18, não me culpe por eu ter "engatado" o meu primeiro namoro sério só aos 19 e ter curtido a minha adolescência! Em contrapartida, eu não tive "vida universitária", pois no período da faculdade eu estava no namoro mencionado. Ou seja, toda escolha traz um resultado.
O fato é que tenho observado o comportamento de algumas garotas no auge dos seus 18, no máximo, 20 anos. Talvez eu também, lá pelos 18 anos, tenha fantasiado o que escreverei adiante, mas posso afirmar que hoje já não penso mais da mesma forma.Mulheres gostam de comédia romântica. Isso é fato. Algumas gostam mais de outros gêneros, mas tenho certeza de que todas, sem exceção, ficam doidas pra ver o novo filme "romancinho perfeito" com George Clooney (se você já passou dos 25) ou com Ashton Kutcher (se você ainda não chegou aos 25). Mas por que gostamos tanto desse gêneroSimples: o amor está sempre ao lado da pessoa, ela descobre isso nos 45 minutos do segundo tempo, e ainda tem a chance de reverter a história para ficar com a pessoa certa. Ufa!
O "problema" é que a teoria do amor perfeito, na prática é outra! Aliás, não existem amor nem relacionamento perfeitos, pois ninguém o é. O que existe são relacionamentos equilibrados na medida de cada casal. Mas qual adolescente nunca sonhou com o casamento ideal, fantasiando encontrar o Brad Pitt perfeito?Em "A Verdade Nua e Crua" a mocinha faz uma lista das características dos rapazes e através disso escolhe seu (talvez) pretendente. É claro que o escolhido não corresponde a tudo aquilo que ela esperava. E o final todo mundo já sabe, né? Ela fica com o "cara errado".
Mas será que "levantar a ficha" do pretendente é mesmo a melhor saída pra escolher um namorado? Fazer um checklist de preferências e, caso o escolhido não corresponda a mais de 50%, partir pra próxima? Essa é a "receita"?Eu acredito que não. Ainda sou do tempo em que relacionamentos eram feitos de diálogo, olhares, sorrisos, discussões, pele, toque... Ainda sou do tempo em que o bonito não era questão de visual, mas de conjunto.
Vivemos hoje em uma sociedade em que o padrão "dona de casa" já não é mais default para as mulheres ao chegar na fase adulta. Muitas de nós moramos sozinhas (eu ainda não), temos empregos que exigem concentração e estudo constante, dirigimos nossos carros (eu em breve, né, Papai do Céu?), temos nossas vidas de solteiras bem resolvidas (ou não).
Apesar dessa nova característica feminina que vem ganhando força com o passar do tempo, muitas mulheres ainda vivem o sonho dos anos 80 em pleno século XXI: casar e ter filhos, aos 20 e poucos anos, num relacionamento harmonioso e perfeito. Afinal, ainda há a monstruosa história de que não podemos passar dos 30 anos ainda solteira.
Claro que cada pessoa tem sua vida e a leva da forma que quiser, mas se você optou por namorar aos 15 anos e perdeu sua adolescência dos 15 aos 18, não me culpe por eu ter "engatado" o meu primeiro namoro sério só aos 19 e ter curtido a minha adolescência! Em contrapartida, eu não tive "vida universitária", pois no período da faculdade eu estava no namoro mencionado. Ou seja, toda escolha traz um resultado.
O fato é que tenho observado o comportamento de algumas garotas no auge dos seus 18, no máximo, 20 anos. Talvez eu também, lá pelos 18 anos, tenha fantasiado o que escreverei adiante, mas posso afirmar que hoje já não penso mais da mesma forma.Mulheres gostam de comédia romântica. Isso é fato. Algumas gostam mais de outros gêneros, mas tenho certeza de que todas, sem exceção, ficam doidas pra ver o novo filme "romancinho perfeito" com George Clooney (se você já passou dos 25) ou com Ashton Kutcher (se você ainda não chegou aos 25). Mas por que gostamos tanto desse gêneroSimples: o amor está sempre ao lado da pessoa, ela descobre isso nos 45 minutos do segundo tempo, e ainda tem a chance de reverter a história para ficar com a pessoa certa. Ufa!
O "problema" é que a teoria do amor perfeito, na prática é outra! Aliás, não existem amor nem relacionamento perfeitos, pois ninguém o é. O que existe são relacionamentos equilibrados na medida de cada casal. Mas qual adolescente nunca sonhou com o casamento ideal, fantasiando encontrar o Brad Pitt perfeito?Em "A Verdade Nua e Crua" a mocinha faz uma lista das características dos rapazes e através disso escolhe seu (talvez) pretendente. É claro que o escolhido não corresponde a tudo aquilo que ela esperava. E o final todo mundo já sabe, né? Ela fica com o "cara errado".
Mas será que "levantar a ficha" do pretendente é mesmo a melhor saída pra escolher um namorado? Fazer um checklist de preferências e, caso o escolhido não corresponda a mais de 50%, partir pra próxima? Essa é a "receita"?Eu acredito que não. Ainda sou do tempo em que relacionamentos eram feitos de diálogo, olhares, sorrisos, discussões, pele, toque... Ainda sou do tempo em que o bonito não era questão de visual, mas de conjunto.